Você não sabe o que fazer nesse domingo tedioso? Não? Então eu tenho uma ótima dica pra dar você umas boas gargalhadas.
Dia 11 de dezembro no Teatro Municipal de Toledo ás 20hrs, o Grupo Insanos Pela Cena irá apresentar quatros esquetes de comédia e mais um monólogo, segue as sinopses abaixo:
"Ida ao teatro" de Karl Valentin, a história de um típico casal de nonos confusos com suas rabugentices que ganham dois convites para uma peça de teatro, a confusão já começa na hora que Gemma, a noninha, chega para contar que ganhou os ingressos e eles decidem ir ao teatro, mas diversas coisas acontecem antes que eles consigam sair.
"As dez mais do córtex cerebral" de Cyrano Rosalén, a rotina de uma enfermeira de um hospital psiquiátrico, e a saga de um distinto homem que se diz louco, e pede desesperadamente para ser internado, pois constantemente ouve músicas bregas na sua cabeça, e como se não bastasse apenas ouvir as músicas, sai dançando em público, como se um espírito dançarino tivesse baixado nele.
"Roma antiga", que conta a indignação de dois romanos ao saber que um dos seus estava andando com sua esposa por aí, assumindo publicamente ser heterossexual, isso mesmo! Que vergonha ser heterossexual naquela época e deixar que sua mulher fale aos demais...
"João Paulo Martins", antigos colegas de escola se reencontram após muitos anos, e revelam sua paixão secreta, mas um pequeno engano muda toda a situação...
Monólogo "Ser ator" que é uma reflexão de um ator sobre o teatro, e sobre o ator em si, que a cada vez se esconde atrás de um novo personagem, sempre assistindo a vida passar, sendo a platéia da própria história...
Lembrando que a entrada é gratuita.
No palco, atuando, estarão: Dayane Moz, Débora, Devanir Pereira, Fábio Manz, Lidiane Fernandes, Lucas Hachmann e Suzane Moro, com a sonoplastia de Aline e dirigidos pela professora Meyre Gonçalves.
Quero ver todos lá.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Assistir Peças de Teatro! Um Aprendizado
Olá. Quem vos escreve é Bruno Cavalli. Um dos integrantes do grupo. O título da postagem é uma grande verdade. Assistir uma boa peça de teatro é um grande aprendizado para atores e interessados.
Sendo assim, fiz uma reciclagem de uma postagem que fiz em meu blog. A postagem é sobre o Terceiro dia da Mostra de Teatro que aconteceu aqui em Toledo este ano.
domingo, 6 de novembro de 2011
Hamlet no cinema
Olá pessoas,
Aqui quem vos digita é um mero aluno, concluinte do ensino médio, que não tem nada pra fazer. Eu, Cleiton Santos, a partir de hoje venho trazer algumas curiosidades e notícias sobre o Grupo, teatro e outras bobagens.
Primeiro post é sempre difícil de fazer, você nunca sabe o que dizer, (falo isso porque esse deve ser o blog de n° 132479837254 que eu participo) mas enfim, vamos para o que interessa:![]() |
| Laurence Olivier em Hamlet, 1948 |
Kenneth Branagh e Mel Gibson atuaram e dirigiram suas versões adaptadas cinematograficamente de Hamlet. Branagh adaptou, dirigiu e estrelou uma extensa versão de 1996, que continha todas as palavras da peça shakespeariana, resultando em quatro horas de filme.
E por ultimo em 2000, Michael Almereyda adaptou a história para os tempos contemporâneos, onde ela se passa em Manhattan, e Ethan Hawke encena um Hamlet que estuda cinema.
Fonte: Wikipédia, adaptado.
E aí, será que futuramente teremos uma nova releitura da trágica história shakespeariana?
sábado, 15 de outubro de 2011
Ofélia de Shakespeare
O Insanos tem como objetivo a pesquisa de autores que nos tragam um crescimento artístico e até o auto-conhecimento de seus componentes. No ano passado uma adaptação de Romeu e Julieta, nos fez embarcar no universo de William Shakespeare. Este ano ousamos um pouco mais, muito pela maturidade já conquistada e a inserção de novos componentes com visões diferenciadas, nos levou á encarar o desafio de encenar uma adaptação de Hamlet, obra máxima do genial dramaturgo inglês, mas que soube como ninguém falar do ser humano, de uma forma universal, poética e porque não dizer popular, é uma obra que consegue traduzir a alma humana através de uma comunicação intensa e direta, que é o maior objetivo do teatro. Como estamos mais centrados na trajetória da personagem Ofélia, (que aconteceu naturalmente), a apresentação irá ter como título: "Ofélia de Shakespeare". Depois contamos sobre o resultados. Só podemos adiantar que processo esta sendo árduo e interessante. Merda pessoal!
Meyre G.
Meyre G.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Salada Completa - Uma adaptação de uma comédia escrachada
Amor, Com Amor Se Paga - Uma experiencia clown
No primeiro semestre nosso desafio era nos apresentarmos na Virada Cultural de Toledo. Como o evento iria priorizar espaços abertos e alternativos, visamos um trabalho cênico que pudesse ser apresentado fora do Teatro Municipal. Dentro do Teatro "estamos protegidos", temos a caixa cênica, a luz, sonoplastia, e outros aparatos. Fora, o desafio é bem maior. Então partimos para uma experiencia sem palavra, calcado apenas no trabalho do ator, no corpo, e na sensibilidade. O clown se apresentou para nós, como meio perfeito para isso.
Partimos pra pesquisa e surgiu mais um "filhinho". O espetáculo clownesco Amor, Com Amor Se Paga. Foi um desafio tanto para a direção, quanto para os atores. Aos poucos de um pequeno roteiro o espetáculo foi se desenhando. Ficava muito claro que a criação individual era o mais importante. Alguns problemas ocorreram no dia da apresentação, que a gente não contava: os espaço para a apresentação era muito reduzido, mesmo assim, acreditamos que chegamos lá e superamos os problemas técnicos com a energia do grupo e a vontade de fazer o melhor de cada um.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Os clássicos nos ensinam o caminho
É sempre bom dar uma espiada em obras clássicas, como as de Shakepeare, Moliére, ou os grandes autores gregos. É claro que uma encenação classica no terceiro milênio pede uma releitura. Faz-se necessário interagir com o autor. Senão corremos o risco de nos tornarmos apenas burocráticos. Bonita, linda é palavra bem escrita com genialidade, mas apenas isto provoca um vazio estético. Como é interessante quando pegamos uma obra já de alguns séculos atrás, e com ela conseguir criar um teatro vivo, provocar uma discussão atual. Na verdade o que é bom não fica velho.
Meyre Gonçalves
Meyre Gonçalves
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