É sempre bom dar uma espiada em obras clássicas, como as de Shakepeare, Moliére, ou os grandes autores gregos. É claro que uma encenação classica no terceiro milênio pede uma releitura. Faz-se necessário interagir com o autor. Senão corremos o risco de nos tornarmos apenas burocráticos. Bonita, linda é palavra bem escrita com genialidade, mas apenas isto provoca um vazio estético. Como é interessante quando pegamos uma obra já de alguns séculos atrás, e com ela conseguir criar um teatro vivo, provocar uma discussão atual. Na verdade o que é bom não fica velho.
Meyre Gonçalves
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Romeu e Julieta

O Velório
Manhêe!
Nos convidaram para que homenageássemos as mães. Á partir disso, tivemos várias surpresas. Conhecemos as possibilidades de atuação de cada um e jogamos uma semente "no universo". Era somente uma esquete de doze minutos, mas nunca esqueceremos nossa emoção ao ver nossa primeira realização. Sentimos que poderíamos mais!
O Texto é simples e objetivo. Numa troca de papeis entre pai e mãe, muitas situações inusitadas acontecem. Cada filho! Ninguém merece... Tinha o intelectual, a filha "piriguete", o roqueiro, o gay, e ainda o filho machão. Nada como ironizar os filhos (que as vezes só dão trabalho mesmo!), e enaltecer as mães. Porque elas merecem.
O Texto é simples e objetivo. Numa troca de papeis entre pai e mãe, muitas situações inusitadas acontecem. Cada filho! Ninguém merece... Tinha o intelectual, a filha "piriguete", o roqueiro, o gay, e ainda o filho machão. Nada como ironizar os filhos (que as vezes só dão trabalho mesmo!), e enaltecer as mães. Porque elas merecem.
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